Terça-feira, 20 de Março de 2012

Evoluções

Tenho a sorte de ter uma mãe que cuida dos meus filhos. Tive a sorte de poder ter a minha filha com a avó até aos 3 anos e meio. Tenho a sorte de ter o meu filho com os meus pais, enquanto eu trabalho. E a minha mãe, que tem muitas outras qualidades, destaca-se neste papel de avó.

 

A minha filha esteve doente. Optámos por não juntar os irmãos, para evitar que o mais novo apanhasse a virose da irmã. Isso fez com que ele passasse quatro dias seguidos com os avós, incluindo dormir as noites lá. Ontem juntei os manos. Ela, coitada, andava há dois dias a chorar com saudades do irmão. Foi uma alegria quando o viu. Ele, a mesma coisa.

 

Depois, à noite, quando os levei para casa para mimar o pai e oferecer uma prendinha do Dia do Pai, percebi o quanto ele evoluiu em quatro dias. Passou a dizer pai e mana com as letras todas. E começou a andar.

 

(A sério, que ideia mais ursa esta de começar a andar sem a presença da mãe!)

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publicado por Lénia Rufino às 12:58
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De guiga a 23 de Março de 2012 às 15:21
Encontrei o seu blog pelo site da Sapo.
Parabéns, gostei muito do que li. Sou também mãe, de menino de 13 meses. Ele também tem estado com a minha sogra. Contudo ando com o coração aos saltos pois não sei se o coloque já em setembro no infantário, para conviver com outras crianças. Confesso que também sinto um certo ciuminho quando chega a hora de ele ficar comigo, e ele chorar porque quer estar com a avó. Mas óbvio que depois ela vai embora e ele fica bem comigo. Mas pronto, são aquelas inseguranças de mãe de primeira viagem!
Beijos *.*
De Lénia Rufino a 23 de Março de 2012 às 15:32
Não posso, obviamente, dizer-te o que fazer, nem dar-te conselhos... Tu saberás o que é melhor para o teu filho, tu conhece-lo melhor do que ninguém. Mas posso contar-te a minha experiência: a minha filha esteve com a minha mãe até aos 3 anos e meio. Nunca esteve doente, é uma miúda super sociável, desenvolvida, interessada, conversadora. Acredito que ganhou isso com o contacto com a avó. O meu filho está com a minha mãe. E o último colo que quer é o meu. Ele não vem do colo da minha mãe para o meu. Não vem do colo do meu pai para o meu. E não vem do colo do meu marido para o meu. Portanto, no nosso núcleo duro, eu sou a última pessoa que ele quer... mas prefiro isso a tê-lo num colégio. Ele tem tempo para conviver com miúdos, mas por enquanto prefiro que esteja mais protegido e que tenha mais atenção. É um miúdo feliz, mexido, como são todos os miúdos. Se tudo correr bem, só irá para o colégio com 3 anos e meio, como foi a irmã... (além de tudo o que te referi aqui, há o lado financeiro que, no nosso caso, pesa na decisão).

O meu único conselho é... faz o que o teu coração mandar. Ele vai ficar bem, com certeza!

Bjinho e obrigada pela visita!!
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De saltos altos, de sabrinas, de ténis, de havaianas, de pantufas ou descalça. Uma mãe com dois filhos pequenos, que trabalha, que põe uma casa a mexer, que tem um marido (logo, também é esposa), que escreve umas coisas e que tenta chegar a todo o lado e mais algum. Uma mãe igual a tantas outras.

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