Sábado, 19 de Março de 2011

Pai

Facto: é impossível ser mãe sem que haja um pai. Saltemos à frente de alternativas igualmente válidas (a adopção sendo mãe solteira, etc.) e fixemo-nos na parte biológica da coisa: para haver um filho é preciso haver uma mãe (que doa metade da carga genética da criança) e um pai (que assegura os restantes 50%).

Eu não fujo a isto: sou mãe porque há um pai envolvido no processo. E tenho a sorte de ter feito um casting como deve ser e de ter escolhido um pai em condições. Um super-pai, na verdade. Um pai de brinca às bonecas e joga à bola, que se arrasta pelo chão da casa atrás de uma miúda com os níveis de energia muito em cima, que rebola na relva, que a leva a passear, que a ensina a ser uma cidadã consciente (e que lhe dá aulas de reciclagem e de civismo, por exemplo), que se derrete com ela, que se zanga de vez em quando (que o processo educativo não é fácil...), que se desmancha a rir e que chora em igual medida.

Hoje de manhã, por exemplo. Ela a desejar-lhe um feliz dia do pai assim que acordou e ele lavado em lágrimas. E é nestes momentos que eu confirmo: fiz uma belíssima escolha. E tive uma sorte descomunal em ser escolhida para mãe dos filhos dele.


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publicado por Lénia Rufino às 15:13
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a mãe

De saltos altos, de sabrinas, de ténis, de havaianas, de pantufas ou descalça. Uma mãe com dois filhos pequenos, que trabalha, que põe uma casa a mexer, que tem um marido (logo, também é esposa), que escreve umas coisas e que tenta chegar a todo o lado e mais algum. Uma mãe igual a tantas outras.

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