Terça-feira, 20 de Março de 2012

Evoluções

Tenho a sorte de ter uma mãe que cuida dos meus filhos. Tive a sorte de poder ter a minha filha com a avó até aos 3 anos e meio. Tenho a sorte de ter o meu filho com os meus pais, enquanto eu trabalho. E a minha mãe, que tem muitas outras qualidades, destaca-se neste papel de avó.

 

A minha filha esteve doente. Optámos por não juntar os irmãos, para evitar que o mais novo apanhasse a virose da irmã. Isso fez com que ele passasse quatro dias seguidos com os avós, incluindo dormir as noites lá. Ontem juntei os manos. Ela, coitada, andava há dois dias a chorar com saudades do irmão. Foi uma alegria quando o viu. Ele, a mesma coisa.

 

Depois, à noite, quando os levei para casa para mimar o pai e oferecer uma prendinha do Dia do Pai, percebi o quanto ele evoluiu em quatro dias. Passou a dizer pai e mana com as letras todas. E começou a andar.

 

(A sério, que ideia mais ursa esta de começar a andar sem a presença da mãe!)

tags:
publicado por Lénia Rufino às 12:58
link do post | comentar | ver comentários (9) | favorito
Segunda-feira, 19 de Março de 2012

As mães não adoecem

É uma falácia, obviamente. As mães adoecem (são mortais, embora muitas pareçam divindades que nunca quebram), mas não deviam. Quando uma mãe adoece há toda uma estrutura que abala. Por muito presentes e participativos que sejam os pais (estamos no universo das famílias biparentais), uma mãe doente é uma peça a menos na engrenagem.

 

Eu, bi-mãe, adoeci e estive uns tempos afastada... mas voltei. E voltei assim, mudando de casa, levando comigo as palavras que já tinha escrito. Continua tudo igual? Não. Quero escrever mais e mais. Partilhar cada vez mais este meu lado maternal que é, afinal, o meu lado que mais vive todos os dias.

 

E, para quem chegou aqui agora, bem-vindos!

tags:
publicado por Lénia Rufino às 15:55
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito

a mãe

De saltos altos, de sabrinas, de ténis, de havaianas, de pantufas ou descalça. Uma mãe com dois filhos pequenos, que trabalha, que põe uma casa a mexer, que tem um marido (logo, também é esposa), que escreve umas coisas e que tenta chegar a todo o lado e mais algum. Uma mãe igual a tantas outras.

escrever à mãe

Marianne

também aqui

not so fast
not so fast *handmade*
not so fast cooking

antes

Julho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

tags

todas as tags

pesquisar

subscrever feeds